Golpe do IPVA: Governo de Minas alerta sobre sites falsos e links suspeitos
Criminosos criam sites que simulam as páginas oficiais dos órgãos de Estado; veja dicas de como não cair em golpes
Foto: SEF-MG / Divulgação
O Governo de Minas alerta e orienta a população sobre como evitar golpes na hora de pagar o IPVA. Todos os anos, criminosos criam sites falsos no intuito de atrair a vítima e ficar com o dinheiro do contribuinte.
Veja como funciona: “Para fisgar a vítima, os criminosos criam sites que simulam as páginas oficiais dos órgãos de Estado ou enviam links em aplicativos de mensagens e redes sociais”, alertou o subsecretário da Receita Estadual, Osvaldo Scavazza.
Os criminosos também oferecem descontos bem acima dos 3% concedidos pela Secretaria a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF-MG), para pagamento em cota única.
Devido a isso, foi criada uma força-tarefa para agir rapidamente para retirar do ar sites fraudulentos e investigar os crimes.
Como pagar o IPVA com segurança?
O cuidado por parte dos proprietários de veículos é a melhor forma de evitar os golpes. Na dúvida, é melhor desconfiar e não clicar nos links suspeitos recebidos pelo WhatsApp ou redes sociais.
O pagamento do imposto deve ser feito somente acessando o site oficial da SEF (fazenda.mg.gov.br) ou o aplicativo MG app Cidadão disponível para celulares Android e para aparelhos iPhone.
No caso de pagamento via Pix, sempre conferir o beneficiado, que é ESTADO DE MINAS GERAIS, CNPJ 18.715.615/0001-60, instituição emissora Itaú Unibanco S.A ou Santander (Brasil) S.A.
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Escala de pagamento do IPVA 2026

Houve 2,6 mil denúncias de golpes tendo como alvo o IPVA em 2025, segundo levantamento da Secretaria de Estado de Fazenda.
Caso você seja vítima do golpe, é importante registrar boletim de ocorrência em uma delegacia de Polícia Civil, o que garante que os criminosos sejam investigados.

Kinderlly Brandão
Jornalista na Rádio Alternativa 91.1 FM. Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Também trabalhei na redação do Portal Mais Minas e Jornal de Brasília.






